segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

sobre coisas inúteis e outras bobagens...

Tenho pensado muito sobre algumas as coisas, sobre coisas inúteis e outras bobagens.

E de tanto pensar cheguei ao ponto fundamental para minha vida, talvez não para a vida de muitos, mas para a minha: a amizade e a lealdade, virtudes tão humanas...

Mas o que é ser uma pessoa virtuosa?


Temos que começar pensando na boa educação...  Não há virtudes sem boa educação a estrutura-las. A boa educação não é propriamente uma virtude, mas as sustenta...

Tenho amigos educados e “A polidez é a origem das virtudes...”  segundo André Comte Sponville.

Noutras palavras, não se pode esperar atitudes virtuosas de quem não tem sequer educação, não é?

Outra virtude sobre a qual tenho pensado é a “compaixão”.

A compaixão tem uma espécie de “má reputação” entre as várias virtudes, pois ninguém gosta de ser objeto dela, nem tampouco de senti-la. Mas ela é uma virtude divina, uma grande virtude portanto, afinal “compadecer” é sofrer com, e quando amamos (o amor também é virtude divina) somos capazes de compartilhar o sofrimento do outro e com o outro.

É isso...

Compartilhei as minhas inquietações com você, um amigo virtuoso.

Com um velho amigo, um bom amigo.

Um amigo posso ter magoado, mas trair nunca; um amigo, que amo como tal, por quem posso ter compaixão e dele espero compaixão. É justo esperar compaixão? 

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