quinta-feira, 29 de maio de 2014

FAMÍLIA E AMIGOS

Sou devoto de São José, aprendi com minha avó Maria, mãe de meu pai, que São José é o protetor da família e a família era, e é, algo muito caro para mim, assim como são os amigos.

A “vó” Maria merece um destaque nesse texto. Ela foi criada na Colônia da Fazenda Santa Elisa em Campinas, filha e neta de italianos. Quando contava com quase oitenta anos mantinha os sonhos generosos ...
e deliciosamente ingênuos e os compartilhava conosco. Só as boas pessoas são capazes de sonhar e compartilhar. 


 Tenho medalhinha com a imagem e tudo, ganhei da Celinha - amor da minha vida.

Creio que o exemplo de S. Jose merece ser objeto de atenção de todos nós, católicos ou não.

Me refiro evidentemente a José de Nazaré ou José o Carpinteiro, o qual segundo o Novo Testamento é marido de Maria, pai de Jesus Cristo. José, descendente da casa real de Davi, é venerado como santo pela Igreja Ortodoxa, Igreja Anglicana, e Igreja Católica, que o celebra como seu padroeiro universal.

José artesão, José operário, é tido como "Padroeiro dos Trabalhadores", e, pela fidelidade a sua esposa e dedicação paternal a Jesus, como "Padroeiro das Famílias", emprestando seu nome a muitas igrejas e lugares ao redor do mundo.

Para mim a família é uma instituição válida e deve ser compreendida como o que ela é: um local de construção e encaminhamento afetivo de vidas e sonhos. Não me refiro, evidentemente, apenas à família tradicional e tenho certeza que o exemplo de José nos autoriza a ampliar a compreensão do significado de família, incluindo validamente nesse conceito todas as formas existentes atualmente, algumas com dois pais, outras com duas mães, outras tantas apenas com um deles.

A forma realmente não importa, o que importa é a capacidade que esse núcleo social tem de transformar vidas e essas vidas novas interferir na sociedade toda. A capacidade de fazermos amigos.

A história mostra que o conceito de família mudou ao longo do tempo. Mas de qualquer jeito, podemos dizer que, embora tenha havido mudanças importantes na definição de família moderna, a família nuclear ainda é a unidade social mais comum de um sistema social.

Na história da família, seja no pré ou na pós-industrial, ela permanece como a unidade social ou núcleo básico de uma sociedade.

A família ainda cumpre o papel de socialização, mas compartilha este e outros papéis, com outros grupos sociais, instituições e atores sociais. Na atualidade, também houve mudanças importantes com relação ao papel das mulheres na sociedade e sua entrada no mundo do trabalho, fazendo mudanças na organização familiar.

É a família que nos habilita a construir relações afetivas de grande valor, chamadas AMIZADE.

 


terça-feira, 6 de maio de 2014

nada de sorrisos ou risos

Hoje nada de sorrisos ou risos
nada de segredos só nossos
nada de confiança irrestrita 
nada de nada
caos apenas
quero o ontem

Então
se tudo que era não é mais
se nada é o que sobrou
se o nada é o que se vê
vê-se nada
não há nada
caos e além




Além o vazio
a saudade do que não é mais
infinito esse nada
                                              
Há outras escolhas?                                              
é possível viver além do vazio?                                       
vencer o nada?                                              
voltar e dizer as palavras certas?                                             
tocar novamente o seu coração                                              
e torná-lo meu novamente?

segunda-feira, 5 de maio de 2014

O método Goebbels da oposição e seus nazi-apoiadores


“Uma mentira repetida mil vezes torna-se verdade", essa frase é de Joseph Goebbels, que foi ministro da Propaganda de Adolf Hitler na Alemanha Nazista, que exercia severo controle sobre as instituições educacionais e os meios de comunicação. Esse é o movimento tático que vem sendo usado pela oposição e seus nazi-apoiadores com o objetivo de criar uma sensação de tensão e caos no país.

Para esses senhores a verdade importa muito pouco, a realidade deixa de existir, passam a viver uma representação da realidade, difundida, na sociedade pós-moderna, por parte mídia, logo ela que deveria ser instrumento garantidor da verdade. Baudrillard defende a teoria de que vivemos em uma era cujos símbolos têm mais peso e mais força do que a própria realidade. Desse fenômeno surgem os "simulacros", simulações malfeitas do real que, contraditoriamente, são mais atraentes ao espectador do que o próprio objeto reproduzido.

Isso mesmo, por interesse econômico ou meramente eleitoral, pois esses senhores não tem compromisso com a ética, factoides são criados e difundidos assustadoramente, transformando-se em verdade, pois são repetidos “milhões de vezes”, especialmente nas redes sociais.

Uma das mentiras que vem “colando” é que a inflação está fora de controle, que o governo desorganizou o Estado e que o caos é percebido pelos casos de corrupção. “Nunca houve tanta corrupção!”, dizem os nazi-oposicionistas. Mas será tudo isso verdade?

Não, não é verdade que a inflação esteja fora de com trole, o gráfico ao lado, informação do IBGE, mostra que a inflação está sob controle e transita dentro da meta estabelecida pelo Banco Central e pelo Governo, vejamos:

E incluirmos a inflação de 2011 (6,50%), 2012 (5,84%) e 2013 (5,61) podemos afirmar que a volta da inflação é uma das mentiras contadas mil vezes, pois os índices ficaram sempre dentro da meta estabelecida pelo Banco Central e pelo Governo.

Numa visão marxista a Politica é superestrutura, assim como as relações jurídicas e as demais formas de consciência social e a Economia é estrutura.

Gente séria analisa de forma bastante otimista a economia brasileira para hoje e para o futuro. O economista Jim O’Neill, criador do BRIC, afirma que apesar do fraco desempenho registrado no PIB desde a segunda metade do ano de 2011 é necessário, se quisermos fazer uma análise honesta, colocar o resultado desapontador de 2011 e 2012 no contexto do ciclo brasileiro. Em 2001, 2002 e 2003 o Brasil cresceu, respectivamente, 1,3%, 2,7% e 1,1% e a partir dai acelerou. Noutras palavras, não é possível avaliar o baixo crescimento desses últimos anos fora desse contexto e sem analisar-se também a crise pela qual passa o capitalismo mundial. Jim O’Neill afirma ainda que há condições de projetar-se um crescimento importante para o futuro, o percentual ainda será abaixo da possibilidade, mas indicativo de uma tendência.

Outro peso pesado que crê num crescimento da economia brasileira é John Williamson. Criador da expressão “Consenso de Washington”, afirma que a desaceleração econômica no Brasil é, sobretudo, cíclica e que será apenas uma questão de tempo para a atividade econômica reagir aos estímulos feitos pelo governo.

Pessoalmente penso que o PIB é apenas um dos indicadores que devem ser objeto de atenção e preocupação e nesse sentido não podemos perder de vista que, apesar de o país vir de dois anos de baixo crescimento, temos um quadro de pleno emprego, inflação sob controle e a relação divida/PIB vem caindo de forma consistente.

E também 2012 foi um ano histórico no que concerne à taxa de juros reais no país. O juro real hoje, descontada a inflação, é de 2% a.a., a menor que eu me lembro.

Essa análise rápida nos autoriza a afirmar que o futuro haverá de ser muito bom para o país, para o povo brasileiro e para os setores produtivos.