sexta-feira, 10 de julho de 2009

Sobre o amor, mais uma vez


Amo você eternamente
sem passado nem presente
sem adornos que escondem o amor...

Amo você nua,
exilada da própria alma.
Amo a lágrima
a jura do dever ser
irrealizado...

Amo você em preto-e-branco
com o coração aos prantos,
saudade revelada,
a emprestar cor,
guiar e proteger.
Iluminar o caminho percorrido
devolver o gozo interrompido,
restabelecer o sorriso jamais esquecido,
marcado pelo tempo.
Silêncio e fé no reencontro...


Campinas, 28/04/2002


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