“Mas a história pode desatar nossas mentes, nossos corpos, nossa disposição para nos mexermos - para enfrentar a vida ao invés de contemplá-la como alguém de fora. Ela pode fazer isso alargando nossa visão para incluir as vozes silenciosas do passado, para olharmos além do silêncio do presente. Ela pode ilustrar a tolice de depender de outros para resolver os problemas do mundo - seja o estado, a igreja, ou outros benfeitores auto-proclamados. Ela pode revelar como idéias são empurradas para cima de nós pelos poderes de nossa época, e então nos leva a ampliar nossa mente além do que é dado. Ela pode nos inspirar ao relembrar aqueles poucos momentos no passado em que os homens de fato se comportaram como seres humanos, para provar que é possível.” (Howard Zinn)
A autolavaggio familiare agiu e reagiu, impondo constrangimento injusto ao atacar a reputação de advogados honrados. Me refiro a Roberto Teixeira e Cristiano Zanin. Já perguntei aqui no 247 [1] : “ Serão os jovens promotores e juízes "de baixa patente" os novos tenentes" Penso que sim, pois assim como os rebeldes do inicio do século XX, os jovens promotores e juízes, passaram a fazer política e interferir nas instituições e estruturas do Estado a seu modo. Mas em alguns momentos as ações e reações deles lembram muito a obra de Mario Puzzo. As ideais dos rebeldes do início do século XX, assim como dos promotores e juízes desde inicio de século XXI, eram ao mesmo tempo conservadoras e autoritárias; os tenentes defendiam reformas políticas e sociais - necessárias naquele momento -, e no discurso estavam presentes os sempre sedutores temas do combate à corrupção e defesa da moralidade política. Deltan Dallagnol e Sérgio Moro representam os jovens promotores e juízes d...
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