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NOSSAS MENINAS NA PRIMAVERA IBÉRICA

Os sorrisos das nossas meninas na primavera ibérica encantam desde Saint-Jean-Pied-de-Port são sorrisos em flores a lo largo del camino los pueblo s e o exemplo confirmou Bantam "o caminho é o que importa, não o seu fim" Por isso meninas primaveris guerreiras caminhantes guerreros peregrinos não andem depressa não tenham pressa pois seus sorrisos compartilhados generosos cuidaram de tantos de todos revelando o que importa para Celinha, amor da minha vida e para Daniele e Lia, companheiras de caminho.

PRECISAMOS DE UMA CPI DO BNDES?

Introdução. Os desorientados, ou mal-intencionados, membros da oposição ao governo, tanto no Senado, quanto na Câmara, voltaram a considerar uma CPI para investigar empréstimos concedidos pelo Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES),   tudo porque uma dessas revistas-panfleto trouxe matéria afirmando que o ex-presidente seria investigado pelo MPF por ajudar empreiteiras, dentre elas a Odebrecht, a obter contratos de US$ 4,1 bilhões com dinheiro do BNDES em países como Gana, República Dominicana, Venezuela e Cuba. Não entendi bem onde estaria a ilegalidade ou imoralidade do fato, caso seja verdade, pois quando o BNDES faz um empréstimo para a Odebrecht construir uma obra no exterior, o banco está financiando também, mesmo que indiretamente, um número enorme de empresas aqui no Brasil, empresas que participam da cadeia produtiva da construção civil e o beneficiado é sempre o país, mas enfim tentemos entender o que é o BNDES, suas atribuições e o resultad...

Sergio Moro: militante lacerdista.

Sergio Moro não é mais juiz ...  Ele é militante do lacerdismo defunto, um lacerdismo renascido pelas mãos da parte podre da oposição.

“EU QUERO IMPITIMA!” (A NOVA ONDA DO MENINO MIMADINHO).

O Menino Maluquinho   é um livro infanto-juvenil   brasileiro   de   1980   criado pelo desenhista e cartunista   mineiro   de   Caratinga   conhecido por   Ziraldo Alves Pinto .  O protagonista do livro é ele o “Maluquinho”.  Maluquinho é um menino a legre, agitado e criativo. Ele não para nunca. Sua mãe, Naná, e seu pai, Carlinhos, têm muito trabalho com ele, mas o adoram. Dona Naná está sempre pedindo a ele que arrume a bagunça do quarto, e seu Carlinhos já se acostumou a emprestar aquele paletó azul que o Maluquinho gosta de vestir. Mas ninguém sabe por que ele gosta tanto de usar uma panela na cabeça. O amigo Junim acha que ela é mágica, mas nunca conseguiu provar. É de fato um personagem maravilhoso, através do qual Ziraldo captou o mundo de sonhos e possibilidades infinitas dos meninos e meninas naquele momento anterior aos dramas da puberdade. Com o Menino Maluquinho aprendemos coisas boas, gentileza, bondade...

Revolução e Contrarrevolução em Portugal (1974-1976) – Primeira Parte

  Este ensaio do meu amigo Augusto Buonicore é uma aula de História e merece destaque, em duas parte, pretende mostrar as contradições presentes na Revolução dos Cravos (1974-1976). Período no qual Portugal deu os primeiros passos no processo de transição ao socialismo. Um movimento que foi interrompido e retrocedeu devido aos limites de sua direção, representada pelo Movimento das Forças Armadas (MFA), e à ofensiva da reação interna apoiada pelo imperialismo europeu e estadunidense.  Se interessar leia o artigo no link abaixo.   http://grabois.org.br/portal/ revista.int.php?id_sessao=21& id_publicacao=5730&id_indice= 4514

Eu não aplaudo e não tenho medo.

Tenho escrito faz alguns anos que as relações entre o sistema judicial e o sistema político atravessam um momento de tensão sem precedentes, cuja natureza se pode resumir numa frase: a judicialização da política conduz à politização da justiça e a opinião não é só minha. O fato é que hoje o Brasil vive uma situação surreal: um juiz de 1ª instância governa o país, atuando de Norte a Sul, faz o que bem entende, quebra empresas, gera desemprego, prende pessoas em qualquer lugar, a mídia induz o aplauso e muitos morrem de medo. Por que as pessoas aplaudem ou tem medo dele? Eu não aplaudo e não tenho medo. Evidentemente estou satisfeito com a independência e eficiência das policias, mas coloco sob suspeição a imparcialidade de parcela do Ministério Público e de parcela do Poder Judiciário. A errônea aplicação da “Teoria do Domínio do Fato” pelo STF, a omissão do Inquérito 2474 pelo então Ministro Joaquim Barbosa, ambos os fatos na AP 470, o vazamento seletivo de informações no caso ...

Quem de fato combate a corrupção?

Qual a dificuldade de as pessoas perceberem que a apuração e punição da corrupção só foi possível graças aos governos de 2003 para cá?