Pular para o conteúdo principal

outro filme... A Espiã (Zwartboek)


Assisti também "A Espiã" é um filme de época neerlandês realizado em 2006 por Paul Verhoeven, com encenação de Paul Verhoeven e Gerard Soeteman. 
O filme é protagonizado por Carice van Houten, Thom Hoffman, Halina Reijn e Sebastian Koch.  A ESPIÃ (Zwartboek) retrata uma jovem mulher judia que procura sobreviver durante a ocupação nazi dos Países Baixos na altura da Segunda Guerra Mundial. 
Teve ante-estreia a 12 de setembro de 2006 em Haia e estreia a 14 de setembro do mesmo ano. Recebeu diversos prêmios de cinema nos Países Baixos, entre eles: Gouden Film (Prêmio de Ouro), Platina Film (Prêmio de Platina) e três prémios Gouden Kalveren (Bezerros de Ouro). 
Zwartboek foi sugerido aos Academy Awards de Hollywood, embora não tenha sido integrado na lista final de filmes nomeados para a categoria de Melhor Filme Estrangeiro. 
Durante o Festival de Cinema Neerlandês de 2008, o filme foi eleito o melhor filme neerlandês de todos os tempos.
O filme tem inicio em 1956, a judia Rachel e a turista Ronnie reencontram-se ao acaso num kibutz israelita na região do Mar da Galileia, é uma cena linda em que Rachel dá aulas para crianças, a cena é prodiga em felicidade. Elas encontram-se após mais de uma década sem se verem. Ronnie encontrava-se naquela altura em passeio pela Terra Santa com o seu marido canadiano. Após a partida de Ronnie, Rachel relembra perto de um lençol de água o período vivido nos Países Baixos durante a Segunda Guerra Mundial.
É um filme de amor, uma celebração da vida e da sobrevivência naqueles tempos sombrios.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Por que Jonas Donizette merece ser reeleito?

O PSB de Campinas em convenção municipal homologou a pré-candidatura do socialista Jonas Donizette à reeleição para prefeito de Campinas. A cidade precisa de mais quatro anos tendo à frente um administrador virtuoso que tenha a oferecer mais que palavras de ordem. Jonas Donizette tem obras a apresentar, afinal foram quatro anos de muito trabalho. Foi também um tempo de acertamento necessário. Evidentemente há muitas demandas a serem atendidas ainda, sempre há e sempre haverá, mas a cidade não precisa mais de aventuras ou malfeitos. Na convenção observei a presença de lideranças e personalidades que praticam de fato a busca da unidade (algo incomum nesses tempos de tanta tensão e certezas corrosivas). À frente do Executivo Municipal Jonas manteve seu perfil discreto e generoso, mas ao mesmo tempo decidido. Além das muitas obras há algumas iniciativas merecem destaque, dentre elas a conquista do título de “ Campeão ”, do projeto Cidade Resiliente Modelo da ONU, para ...

POR QUE MENTIU EXCELÊNCIA?

O conhecido e comentado Caso Dreufus diz respeito a um erro no julgamento que levou à condenação do Capitão do Exército Francês Dreyfus. A condenação foi contestada um ano depois do julgamento quando um oficial da área de informações resolveu fazer um novo exame das provas e descobriu que nada havia para incriminar aquele jovem capitão do Exército francês.  Estava claro que o verdadeiro espião que todos procuravam era outra pessoa. Mas isso não adiantou muito. Para evitar uma revisão, começaram a surgir novas provas – fraudadas – para incriminá-lo, o que atrasou o processo por mais tempo. Condenado em 1895, Dreyfus seria liberado, por graça presidencial, pois os tribunais jamais declararam sua inocência, em setembro de 1899. Um ano antes, o oficial que havia forjado documentos para proteger os superiores foi desmascarado e cometeu suicídio.  Podemos estar às portas de conhecermos um “caso Dreyfus” aqui no Brasil, pois a pedido do réu Henrique Pizzolatto e com base na ...

DA FAMÍLIA CORLEONE À LAVA-JATO

A autolavaggio familiare agiu e reagiu, impondo constrangimento injusto ao atacar a reputação de advogados honrados. Me refiro a Roberto Teixeira e Cristiano Zanin. Já perguntei aqui no 247 [1] : “ Serão os jovens promotores e juízes "de baixa patente" os novos tenentes" Penso que sim, pois assim como os rebeldes do inicio do século XX, os jovens promotores e juízes, passaram a fazer política e interferir nas instituições e estruturas do Estado a seu modo. Mas em alguns momentos as ações e reações deles lembram muito a obra de Mario Puzzo. As ideais dos rebeldes do início do século XX, assim como dos promotores e juízes desde inicio de século XXI, eram ao mesmo tempo conservadoras e autoritárias; os tenentes defendiam reformas políticas e sociais - necessárias naquele momento -, e no discurso estavam presentes os sempre sedutores temas do combate à corrupção e defesa da moralidade política. Deltan Dallagnol e Sérgio Moro representam os jovens promotores e juízes d...