Pular para o conteúdo principal

Postagens

Sob a luz da América

Uma comédia romântica que poderia ser diferente por conta a proposta de critica à globalização e ao abuso dos trabalhadores, mas perdeu-se e é apenas uma historia bonitinha...

Depois de Maio, o mês de todos os possíveis.

O longa confirma o francês Olivier Assayas como um dos melhores realizadores em atividade no cinema contemporâneo, acabei de assistir e transcrevo abaixo texto de Walter Salles, que saberá, muito melhor do que eu, comentar o belíssimo filme . "Maio de 1968 foi o mês de todos os possíveis. O ano em que se viveu apaixonadamente a política, a liberdade sexual, as novas formas de se pensar a cultura. O instante em que todas as certezas se evaporaram. Um turbilhão tão amplo que não parecia possível dar conta de todas as suas transgressões em um só filme. Foi preciso um cineasta da dimensão de Olivier Assayas para traduzir os anos que se seguiram a 1968 na tela. O filme, “Depois de maio”, acaba de estrear no Brasil. Os primeiros planos nos projetam dentro do conflito que incendiou Paris e iria se espraiar para o mundo. A câmera na mão pulsa com Gilles (Clément Métayer), estudante secundarista em confronto com os CRS, a tropa de choque do governo conservador francês. É o i...

Fernando II, o monarca não coroado

Fernando Henrique Cardoso é um octogenário e, também por isso, merece que o respeitemos. Mas é impossível não lembrar que esse senhor é neto, sobrinho e filho de generais, que foi líder do governo Sarney no Senado (um governo desastroso)... É impossível não citar que Glauber Rocha teria dito tratar-se ele "apenas [de] um neocapitalista, um kennedyano, um entreguista" e que Millôr e João Ubaldo o chamaram de o "Príncipe dos Ociólogos"... A História registra de forma induvidosa que FHC insinuou-se ao outro Fernando [Collor] para ser seu vice no lugar de Itamar ou até mesmo Chanceler (para ira de Mário Covas). Nem vou citar a opinião do jornalista Sebastião Nery. Esse é Fernando II, o monarca não coroado, festejado pela mídia corporativa, banqueiros, rentistas e pela classe média domesticada.

sobre idéias populares...

Só porque uma ideia é popular não significa que ela é correta.

"Em nome de Deus" de Peter Mullan

Assistimos também um filme irlandês de 2001 dirigido pelo escocês Peter Mullan, a tor e cineasta que é mais conhecido por seus papéis em  Trainspotting ,  meu nome é Joe  e  Harry Potter  série de filmes  . É ambientado na Irlanda, década da década de 60.  E mostra a exploração que a Igreja Católica faz, ou fazia, do "pecado", do preconceito e da ignorância. O filme é uma denuncia sobre a hipocrisia patrocinada pela Igreja Católica Irlandesa e sobre a estupidez humana que se escora no tal "pecado" - uma invenção humana - para fazer o mal e escravizar corpos e mentes. A história envolve três personagens centrais Margaret (Anne-Marie Duff) abusada num casamento por seu primo, Bernardette (Nora-Jane Noone) é muito bonita e por isso representa um perigo para os homens da vizinhança, Rose (Dorothy Duffy) e Crispina (Eileen Walsh) que são mães solteiras.  Por causa disso essas quatro mulheres são mandadas para um convento p...

Syriana

Acabei de assistir  Syriana,  trata-se de  um thriller político que estreou nos cinemas brasileiros em fevereiro de   2006 , assisti em DVD (antigo, não?). O título Syriana não é muito bem explicado na fita, mas ao que tudo indica refere-se ao termo pelo qual é conhecida, nas comunidades de informação e comando mundial do negócio de petróleo, a nova partilha política realizada pelos ganhadores da guerra nos territórios e populações situados sobre os lençóis de petróleo do   Oriente Médio , logo após o término da   2ª Guerra Mundial .  A palavra syriana voltou ser utilizada após a   Guerra do Golfo   e novamente após a derrubada do governo de   Saddam Hussein   no   Iraque , na chamada   Guerra do Iraque , para se referir a disputa entre as grandes corporações dos EUA e aliados pelo direito de reconstruir as cidades destruídas pelas guerras e, claro, quem ficará responsável pelos lençóis de petróleo. O fil...

Álbum de família: nenhum segredo está protegido.

Ontem fui ao cinema com a Celinha. Assistimos August:Osange County, traduzido como "Album de familia".O filme com Barbara (Julia Roberts), Ivy (Julianne Nicholson) e Karen (Juliette Lewis) são três irmãs que são obrigadas a voltar para casa e cuidar da mãe viciada em medicamentos e com câncer (Meryl Streep), após o desaparecimento do pai delas (Sam Shepard).  O encontro provoca diversos conflitos e mostra que nenhum segredo estará protegido. Enquanto tenta lidar com a mãe, Barbara ainda terá que conviver com os problemas pessoais, com difíceis relações com o ex-marido (Ewan McGregor) e com a filha adolescente (Abigail Breslin). Tenso e reflexivo. fonte:  http://www.adorocinema.com/filmes/filme-186179/